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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Celso de Mello abre Inquérito Para Investigar Lindbergh No STF - NBO


O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu inquérito para investigar o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e mais três pessoas. O caso está em segredo de justiça e não há detalhes sobre as acusações.

O processo começou a tramitar no STF em 7 de novembro de 2016 como parte da Operação Lava-Jato. Em fevereiro de 2017, o relator, ministro Edson Fachin, entendeu que não havia conexão com a Lava-Jato e mandou o caso para a presidente do tribunal, ministra Cármen Lúcia.

Em julho, ela mandou redistribuir o processo, ou seja, determinou o sorteio de novo relator. O caso caiu com o ministro Luís Roberto Barroso, mas ele se declarou impedido e houve nova redistribuição. Em agosto, finalmente, foi para o gabinete de Celso de Mello, que agora determinou a abertura de inquérito.

O processo foi inicialmente para Teori Zavascki, antigo relator da Lava-Jato, em razão de um inquérito também da Lava-Jato aberto em março de 2015 para investigar Lindbergh. Teori morreu em janeiro de 2017 e Fachin herdou os casos. Em fevereiro, a pedido do então procurador-geral da República Rodrigo Janot, Fachin determinou o arquivamento desse inquérito de 2015 por falta de provas.

O novo inquérito aberto agora é o segundo ainda em curso no STF com origem na Lava-Jato para investigar Lindbergh. Em abril, Fachin determinou a abertura de um com base na delação de executivos da Odebrecht. O Ministério Público suspeita que o senador tenha recebido propina em 2008 e 2010 da empresa. Em troca, teria beneficiado a Odebrecht em programa habitacional de Nova Iguaçu (RJ), onde já foi prefeito. Lindbergh nega as acusações.

Segunda Turma do STF pode mudar entendimento sobre denúncia com base em delação - POR JULIANA BRAGA/ Lauro Jardim.



Passado o julgamento sobre o envio da denúncia contra Temer para a Câmara, outro deve atrair os holofotes até o início de outubro. É quando Ricardo Lewandowski deve devolver à Segunda Turma o inquérito que investiga suposta propina paga pela UTC ao deputado Dudu da Fonte.

O que está em jogo é a possibilidade de aceitar denúncias com base apenas em delações premiadas.

Na semana passada, Edson Fachin chegou a votar por acatar parcialmente o texto aceitando como prova uma fatura de cartão de crédito que confirma a presença do deputado em São Paulo na data mencionada por Ricardo Pessoa.

Dias Toffoli, no entanto, não viu provas além da delação, insuficiente para embasar a acusação. Assim classificou a denúncia:

— Fishing (pescaria) probatório, destinada a tentar, de modo aleatório, capturar quaisquer elementos de prova que se amoldem, a fórceps, à tese acusatória, num verdadeiro ato de criação mental do órgão acusador.

A tendência é Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski acompanharem Tóffoli, formando maioria. Se isso acontecer, apesar de denúncias com estrutura semelhante já terem sido aceitas, cria-se jurisprudência na Segunda Turma.  As últimas denúncias de Janot, por exemplo, ainda não analisadas pelo colegiado, podem ter destino diferente das anteriores.

Novelas da Globo confundem a cabeça dos brasileiros – por Armando Lopes Rafael

Estão chegando ao fim as novelas "Mundo Novo" e "Os dias eram assim"

   Num país onde a maioria da população é composta por analfabetos–genuínos (aquele que não sabe ler nem escrever) e por analfabetos-funcionais (a incapacidade que acomete uma pessoa que estudou pouco e não compreende textos simples), os folhetins ditos “históricos” da Rede Globo confundem, ainda mais, nosso povo quando o assunto é a verdadeira história desta nação.

   Lembro-me de uma cena emblemática. Em maio último, durante o medíocre programa do ‘Faustão’, Silvio de Abreu – ator, diretor, roteirista e autor de telenovelas e telesséries da Rede Globo – falou sobre pesquisas feitas por aquela emissora. Abordando duas novas novela da Globo (duas tramas históricas misturando fatos reais à ficção, que ainda estão no ar (Novo Mundo e Os Dias Eram Assim) ele informou que – segundo as pesquisas – a maioria dos espectadores desconhece o que foi a chamada “ditadura militar”. E também acha que foi Dom Pedro I quem descobriu o Brasil. Coisa comum, aliás, na mentalidade dessa massa ignara. A mesma que ao votar em presidente da república e governador, sempre prefere o candidato da propaganda mais enganosa.

     Voltando a manipulação dos nossos fatos históricos pela poderosa Rede Globo. Lembro-me de outro acontecimento sobre este tema, agora na área dos livros didáticos.  O jornalista Ali Kamel, diretor de jornalismo da rede Globo, publicou em 2009, interessante artigo no jornal O Globo. Reproduzo a seguir o comentário feito por Hélio Gurovitz, Diretor de Redação da revista Época, acerca do artigo de Ali Kamel. A conferir:

“Kamel expôs trechos de um livro de História que, por cinco anos, foi recomendado pelo Ministério da Educação. O livro ensina uma História tendenciosa, maniqueísta e estereotipada. Na hora de abordar as revoluções chinesa e cubana, sobram elogios – e nada dos crimes perpetrados por Mao ou Fidel. O socialismo é apresentado como regime “do bem”, enquanto o capitalismo é satanizado como promotor de “injustiça social”. Todos os personagens e fatos históricos são vistos de forma anacrônica, sob o prisma ideológico da esquerda. 

Numa democracia, é direito de qualquer um pensar, escrever e publicar o que quiser sobre o que quer que seja. É um absurdo, porém, um Estado democrático que vive no sistema capitalista endossar, por meio de sua política de compras, uma visão de mundo que absolve criminosos, condena a geração de riqueza e quer ensinar a nossas crianças uma História simplificada e deturpada. Todo governo deve encarar a educação como prioridade. Mas nunca, para parafrasear Orwell, como uma forma de controlar o passado, apenas para continuar a manter o poder no futuro”. 

Infelizmente é isso que vem fazendo também os folhetins da Rede Globo, excelentes aliados dos professores marxistas que proliferam nas universidades públicas brasileiras, financiadas com nosso dinheiro de contribuintes.

A “ditadura” do ensino da História do Brasil – por Armando Lopes Rafael

Hoje não falarei sobre o ensino de história nas universidades públicas, onde predominam (ainda) os professores marxistas-leninistas que só  pregar a "luta de classes". Falarei hoje apenas no âmbito do ensino de história do Brasil nas escolas de 2º grau. O que já é uma lástima.

Pedro I, o pai

    Pedro II, o filho


   "Uma imagem vale mais do que mil palavras". A frase me vem à mente enquanto folheio um livro de História do Brasil para alunos de 2º grau. Tenho de dar razão ao prof. Paulo Napoleão Nogueira da Silva, professor de Direito Constitucional na Universidade Estadual Paulista,  que escreveu:

   "Nos cem anos durante os quais vigorou a proibição de sequer falar-se em monarquia, o País foi programaticamente induzido (as palavras programaticamente induzido vêm grifadas no artigo) a esquecê-la. Diretrizes governamentais de todos os tipos, explícitas ou dissimuladas, foram adotadas nesse sentido. Substituíram dom Pedro I por José Bonifácio, na iconografia oficial da Independência, mas a figura do Patriarca não calou fundo, além do que ele próprio era um defensor da Monarquia. Então o papel de Tiradentes - relevante no processo de formação e conscientização da nacionalidade, e sem dúvida glorioso, foi enfatizado e realçado a um grau nem sempre compatível com a realidade histórica. Ainda e sempre, para esconder ou minimizar o papel de Pedro I - um monarca - no processo da Independência.

   Desde os primeiros dias da República os autores dos livros didáticos para os cursos primário e secundário, segundo critério de orientação e exigências do Ministério da Educação, passaram a só estampar o retrato de Pedro II com as longas barbas e o aspecto cansado dos seus últimos anos de vida, para associar à Monarquia a imagem de velhice, decrepitude e coisa antiga. Esses mesmos livros tratavam, e ainda hoje tratam, de evidenciar as glórias da proclamação da República, o heroísmo de Deodoro e o idealismo dos seus companheiros, como se tivessem participado de uma feroz batalha em prol da liberdade”.

   Tendo sido assim, desde 1889. De lá para cá, as várias gerações vêm sendo formadas (melhor dizendo "deformadas") propositadamente pelos historiadores positivistas republicanos e pelos professores marxistas que deturpam a verdade histórica para beneficiar a ideologia superada que defendem.

Postado por  Armando Lopes Rafael

COLOCAÇÃO FANTÁSTICA - Postagem do Antônio Morais


Uma universitária cursava o sexto semestre da Faculdade. Como é comum no meio universitário, pensava que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza. Tinha vergonha do fato de seu pai ser de direita e, portanto, contrário aos programas e projetos socialistas que previam dar benefícios aos que não mereciam e impostos mais altos aos que tinham mais dinheiro.

A maioria dos seus professores tinha afirmado que a filosofia de seu pai era equivocada. Por tudo isso, um dia, decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar-lhe que estava errado ao defender um sistema tão injusto como o da direita.

No meio da conversa o pai perguntou: - Como vão as aulas? - Vão bem, respondeu ela. A média das minhas notas é 9, mas me dá muito trabalho consegui-las. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente. O pai prosseguiu: E a tua amiga Sônia, como vai?

Ela respondeu com muita segurança: - Muito mal. A sua média é 3, principalmente, porque passa os dias em shoppings e em festas. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Com certeza, repetirá o semestre.

O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou: - Que tal se você sugerisse aos professores, ou ao coordenador do curso para, que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Sônia. Com isso, vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você, mas convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.

Ela indignada retrucou: Por quê?! Eu estudei muito para conseguir as notas que tive, enquanto a Sônia buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.

Seu pai, então, a abraçou carinhosamente, dizendo: - Bem-vinda à Direita! O PT é o partido que tira de quem trabalha para distribuir para quem não trabalha' Meu maior medo é que quando a metade trabalhadora se der conta, aí poderemos ter o começo do fim da nação. Entendeu, ou quer que desenhe?

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Visite e conheça em Várzea-Alegre.


TABERNA DA PIZZA - FORNO A LENHA!

Importou-se  maquinas, equipamentos, conhecimentos e estudos da culinária. Tudo foi preparado com esmero, lhaneza no trato e muito respeito a você consumidor. Um produto da mais fina qualidade e especial paladar.


Lembrando Menininho Bitu - Por ônio Morais


Inexoravelmente o tempo passa, se esvai e não volta nunca mais. Quem colhe, somente colhe aquilo que plantou. Menininho Bitu semeou em terreno fértil e bem adubado a semente da amizade, da solidariedade e da sabedoria para ser o grande conselheiro que foi em vida.

Homem de personalidade forte pelo caráter, pelo trabalho, pela decência inata e ir reprovável. De alta estatura, corado, leal e trabalhador características de sua alma pura e serena consciência.

Durante a gestão de Hamilton Correia, década de 50 do século passado, a que mais fez obras publicas em nossa terra, obras estas, que ainda hoje não foram substituídas, "Prédio da prefeitura, a Barragem da Cachoeira Dantas, Ponte da Eugênia, Escola José Correia Sobrinho, Escola Figueiredo Correia, Escola Antão Leandro Bitu e tantas outras obras importantes, foram empreendimentos do Dr. Hamilton Correia Lima, na gestão compartilhada pelo dinamismo do vereador Menininho Bitu.

Peço permissão para falar um pouco da origem da Escola do Inharé, Escola Antão Leandro Bitu. Outro dia, vi um grupo de pessoas atribuindo a doação do terreno onde a escola está localizada a outrem. É oportuno, é bom, é necessário e carece que se respeite a historia. Quem fez todo trabalho de interveniência de doação do terreno, quem conseguiu a verba com o prefeito foi Menininho Bitu. Não é justo que a historia seja deturpada em detrimento da verdade e em favor de conveniências e vaidades atuais sejam elas quais forem. A Menininho Bitu o que lhe é de direito.

Foto - Prefeito Iran Costa, vice-prefeito João de Carvalho Pimpim e Menininho Bitu cortando a fita na reinauguração da Escola Isolada do Inharé, rebatizada por merecimento - Escola Antão Leandro Bitu.

A grande ideia de Gleisi Hoffmann merece o apoio da nação -- Por Augusto Nunes

A presidente do PT quer que o partido caia fora da eleição de 2018 se Lula for impedido pela Justiça de disputar um terceiro mandato
Num Brasil tão carente de boas notícias e grandes ideias, merecia ser anunciada com estardalhaço e festejada com fanfarra e foguetório a mais recente produção mental da grife Gleisi Hoffmann: a presidente do PT propõe que, se Lula for impedido de candidatar-se em 2018, o partido caia fora da próxima eleição em todas as instâncias. Como o chefão não escapará da transferência do palanque para a gaiola, os brasileiros decentes podem sonhar com uma campanha sem nenhum candidato do PT. Nem a presidente, nem a governador, nem a senador, nem a deputado. Federal ou estadual.

Se a grande ideia de Gleisi vingar, o país que presta seria dispensado de sepultar nas urnas os parteiros da Era da Canalhice, e poderia concentrar-se no enterro de outros bandos criminosos disfarçados de partido. O Congresso se tornaria mais respirável. Cofres estaduais não ficariam à disposição dos assaltantes acampados no gabinete ao lado. E a Lava Jato não teria de manter sob estreita vigilância a maior usina de criminosos irrecuperáveis.

O sumiço dos comícios da companheirada provocaria efeitos colaterais extraordinariamente positivos. O restante dos corpos de João Pedro Stédile e Guilherme Boulos, por exemplo, engatariam uma quinta marcha e chegariam mais cedo ao passado onde as duas cabeças estacionaram desde sempre. A dupla de terroristas de botequim reúne todos os defeitos necessários para a fundação de um foco guerrilheiro na selva amazônica.

Pela primeira vez desde que estreou na carreira política, Gleisi teve uma grande ideia. Merece o aplauso unânime dos democratas, além do apoio incondicional de todo brasileiro com mais de 20 neurônios.
Foto de Lula tirada no comício que ele fez em Crato, utilizando o pátio do Centro de Convenções do Cariri.

PT terá de incluir outro juiz no ‘complô’ anti-Lula - Por Josias de Souza.


Lula é um recordista penal. Tornou-se nesta terça-feira um hepta-réu. Repetindo: com nove denúncias a pesar-lhe sobre os ombros, já foi enviado ao banco dos réus em uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete ações penais. A sétima ação foi aberta nesta terça-feira. Nada a ver com Sergio Moro, Curitiba ou Lava Jato. Deve-se a providência ao juiz Vallisney de Souza Oliveira. Trabalha em Brasília. Atua na Operação Zelotes.

Após folhear denúncia que recebeu na semana passada do Ministério Público Federal, Vallisney concluiu que há indícios suficientes para processar Lula por corrupção passiva. Neste processo, o pajé do PT é acusado de comercializar uma medida provisória que interessava à indústria automobilística.

A novidade obriga o PT a atualizar o seu rol de conspiradores. Na lista negra do petismo, o juiz Vallisney ficará uma posição abaixo de Moro. Se condenar Lula, iguala-se ao colega de Curitiba, que já pendurou no pescoço do grão-mestre do PT uma sentença de nove anos e meio de cadeia.

O PT construiu um conceito peculiar de Justiça. Quando o processo é contra um rival —Michel Temer e Aécio Neves, por exemplo— elimina-se o benefício da dúvida. A culpa é indubitável. A cadeia, um imperativo. Quando o encrencado é um petista —José Dirceu e João Vaccari, por exemplo— a falta de provas é evidente. A prisão, um abuso de poder. Se o acusado é Lula… Bem, aí o caso é de flagrante perseguição política.

É mais fácil e confortável para o Partido dos Trabalhadores sustentar a tese de que Vallisney aderiu ao grande complô urdido por Moro, procuradores, delegados, agentes federais e repórteres golpistas para transformar Lula de político modelo em corrupto. A alternativa seria admitir que tudo o que está na cara não pode ser uma conspiração da lei das probabilidades contra um inocente.

O FUTEBOL DESVENDA CARÁTER - Por Wilton Bezerra.

Além de paixão, o futebol é uma lição de vida.

O futebol desvenda caráter.

Através desse jogo apaixonante, se descobre o seu praticante como egoísta ou altruísta.

Honesto ou não.

Repito sempre que o futebol metaforiza a vida.

Tanto nele, como na vida, as atitudes éticas são raras.

Jô, atacante do Corinthians, beneficiado meses atrás por ação honesta do zagueiro são-paulino Rodrigo Caio, negou ter marcado gol com uso irregular da mão. Diferente de um dos maiores artilheiros do futebol alemão, Miroslav Klose, que confessou irregularidade praticada em lance similar e foi cumprimentado pelos adversários. O exemplo do alemão não fez escola aqui, pelo visto.

Os debates estão no mundo.

Certo ou errado?

Há quem diga o seguinte: não se pode querer mudar o mundo condenando a esperteza de jogador num lance decisivo.

Não há razão para o espanto.

No Brasil, é preciso levar vantagem em tudo.

Ética e honestidade são coisas de otários.

Dentro de campo e fora dele.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Clínica São Raimundo - Cuidando da Saúde de Várzea-Alegre !


O Blog do Crato ( E agora o Blog do Sanharol ) tem o prazer de fazer a publicidade da Clínica São Raimundo, da cidade de Várzea Alegre - CE, que acredita no nosso trabalho como meio de buscar a integração regional. A Clínica São Raimundo é uma empresa conceituada. Comandada pelos renomados médico Dr. Menezes Filho e Fisioterapeuta Dra. Ana Micaely de Morais Meneses. Especializada em pediatria, ultrassonografia, fisioterapia geral e especializada ( RPG , neurológica e  uroginecológica) .

Eis algumas fotos da nossa empresa/parceira que fazemos questão de divulgar:

Acima: A Logomarca oficial da Clínica São Raimundo, em Várzea Alegre.



Acima: O Médico, Dr. Menezes Filho em atividade.



Acima: Dra. Ana Micaely de Morais Menezes



Cuidando de seus pacientes com carinho e dedicação...




Clinica São Raimundo.
Rua Dep. Luis Otacilio Correia 129 Centro Várzea-Alegre Ce. Fone (088) 3541-1467.
Especialidade em Pediatria , ultrassonografia , fisioterapia geral e especializada( RPG , neurológica e uroginecológica).

"Cuidando com carinho da saúde do povo de Várzea Alegre !"

Anuncie no Blog do Crato.
Contatos:
blogdocrato@hotmail.com
Tel: 088-3523-2272

Por Mahatma Gandhi


Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos débeis. Se me dás fortuna, não me tires a razão. Se me dás êxito, não me tires a humildade. Se me dás humildade, não me tires a dignidade.

Ajuda-me a ver sempre a outra face da medalha, não me deixe culpar de traição a outrem por não pensar como eu. Ensina-me aos outros como a mim mesmo. Não me deixas cair no orgulho se triunfo, nem no desespero se fracasso. Mas antes recorda-me que o fracasso é a experiência que precede o triunfo. Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.

Se me tiras o êxito, deixe-me forças para aprender com o fracasso. Se eu ofender a alguém, dá-me energia para pedir desculpa, se alguém me ofender dá-me energia para perdoar.

Senhor... Se eu me esquecer de ti, nunca ti esqueças de mim.

As voltas que o mundo dá: jornal "Financial Times",da Inglaterra, vê Jair Bolsonaro, como " o mais provável sucessor de Michel Temer"

Fonte: "Folha de S.Paulo", 20-09-2017.
 Por onde passa o deputado Bolsonaro leva milhares de pessoas para apoiá-lo

 O "Financial Times",edição de hoje,  avisa, em vídeo e longa análise, que "As grandes esperanças dos investidores para o Brasil provavelmente não passarão de um sonho". Explica:
— Mesmo que Mr. Temer sobreviva, seu mandato termina no próximo ano. Se as pesquisas estiverem certas, seu mais provável sucessor, Jair Bolsonaro, é um populista de extrema-direita que pensa que a polícia deve ter licença para matar. As perspectivas de reforma liberal são sombrias.

"Folha de S.Paulo", 20-09-2017

A nova geração dos Príncipes da dinastia Orleans e Bragança


Fonte: revista VEJA – Por Renato Onofre

Membro da família real brasileira, Luiz Philippe de Orleans e Bragança diz em livro que o país saiu dos trilhos ao se afastar da cartilha liberal do Império
CARA OU COROA - Orleans e Bragança: “A solução é um Estado mínimo” (Jonne Roriz/VEJA)

Seu livro, publicado pela Novo Conceito, questiona no título: Por que o Brasil É um País Atrasado? Qual a resposta? Historicamente, a percepção geral fomentada pelos agentes do governo e por setores da sociedade é que se trata de um defeito do povo brasileiro. Somos bombardeados com um mantra de que o atraso é um problema cultural intrínseco à nossa etnia e religião. Não tem nada a ver. Somos atrasados porque nossas oligarquias tomaram decisões que nos levaram para o caminho errado.

Que decisões? Começou a dar errado no fim do século XIX, quando a oligarquia deu um golpe de Estado e assumiu o poder por meio da Proclamação da República. Ali se jogou fora a Constituição mais liberal que o Brasil já teve. Pedro I organizou um Estado com separação de poderes, direito do indivíduo e de propriedade. Era um Estado liberal na sua essência.

O senhor diz que o modo como o Estado brasileiro se organiza é o problema. Qual seria a saída? A solução é um Estado mínimo, descentralizado, com unidades federativas autônomas.

A volta da monarquia seria um caminho? O movimento monarquista cresceu muito. Em 1993 (ano do plebiscito que manteve o sistema presidencialista), eu estava seguindo meus tios e dava para ver que não era ainda um movimento orgânico. Era cedo. Desde então, ampliou-se em alguns setores uma boa percepção sobre a monarquia. (...)Meu avô foi chamado pelos militares, em 1967. Eles pegaram o avião, pousaram na fazendinha dele lá no Paraná e o convidaram para ser um novo monarca em um novo sistema. Ele disse não. Tinha a noção de que não poderia ser algo imposto. A volta teria de ser por aclamação popular.
Fonte: revista VEJA, de 20-09-2017.

Simplesmente fantástico - Postado por Antonio Morais.


"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá guerra."
(Bob Marley)

É verídico !!! Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo. 'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária... 'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'. 'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.

A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. 'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: 'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...' E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...'

A ditadura dos ofendidos - Por Luiz Felipe Pondé.



Shofia Loren - Em "Os Girassóis da Rússia".

Logo criarão uma lei que proibirá as mulheres de serem bonitas em nome da autoestima das feias e proibirão os homens bem sucedidos de terem carrões em defesa da dignidade do ônibus ou do metrô.

Duvida?

Basta um mentiroso inventar que isso é necessário para um convívio democrático.
Isso se chama a ditadura dos ofendidos.

CAÇAR O RATO - Por Wilton Bezerra.

Já sugeri que somente a desratização no mundo sociopolítico apruma o xote desse país.
O momento é esse.
É assustadora a revelação da inclinação do brasileiro pelo desonesto.
Há quem cultue a ação dos malfeitores.
Mas é importante a escolha certa do produto para dizimar a praga dos roedores do nosso sacrificado dinheirinho.
Não pode ser um pesticida qualquer.
Desaconselhável um genérico, pois se trata de grave contaminação a ser combatida.
A escolha certa é fundamental.
Se ainda assim os efeitos persistirem, ofereço solução menos radical.
Um produto pode ser aplicado: recall.
Se depois de eleito o sujeito não cumpre o combinado, substituição.
Como no futebol.
No regulamento, alterações à vontade durante o jogo.
Isto é, durante o mandato.
Se resolve, tenho minhas dúvidas.
Pouco importam os defeitos de delatores, delações, gravações, investigações, PGR, CSA, CRB, ASA, UEFA ou o diabo a quatro.
Como disse muito bem um manda-chuva chinês:
“Não importa a cor do gato se ele caça o rato”.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Sem esperança de que Supremo barre a denúncia de Janot, Temer se rearticula - Por Josias de Souza.

O Planalto obteve no Supremo Tribunal Federal indicativos de que não será acolhido na sessão plenária desta quarta-feira o pedido da defesa de Michel Temer para que a nova denúncia contra o presidente seja suspensa. Diante disso, Temer intensificou desde o último final de semana os preparativos para enterrar na Câmara a peça em que o ex-procurador-geral Rodrigo Janot o acusa de formação de organização criminosa e obstrução à Justiça

Não há no Planalto nenhuma dúvida de que a denúncia de Janot descerá à cova, para ser exumada pela Justiça apenas depois que Temer deixar a Presidência. Vive-se uma cena repetida —um flashback com direito a balcão fisiológico, chantagens dos deputados e um festival de cargos e verbas.

Na votação que sepultou a primeira denúncia, por corrupção passiva, Temer prevaleceu com 263 votos, muito mais do que os 172 que precisava. A oposição cravou 227 votos, bem menos do que os 342 exigidos para autorizar o Supremo a tocar uma investigação contra o presidente da República.

Temer tenta agora melhorar o seu desempenho. É improvável que consiga. Ficará novamente claro que o governo tem maioria para barrar investigações, mas não dispõe de 308 votos para aprovar reformas constitucionais como a da Previdência. Seja como for, Temer avalia que nem a eventual delação do amigo preso Geddel Vieira Lima, por demorada, teria o condão de transformar em derrota sua perspectiva de vitória.

A denúncia de Janot, protocolada no Supremo há cinco dias, já deveria ter seguido para a Câmara. Mas o relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, achou mais prudente dividir sua decisão com os outros dez ministros da Suprema Corte. Teve receio de ser descortês com os colegas, já que o recurso de Temer pede que a denúncia seja barrada. Os advogados alegam que convém esperar o resultado da investigação sobre o áudio que virou do avesso a colaboração premiada da JBS, estimulando dúvidas sobre a validade das provas fornecidas pelos delatores. .

A perspectiva dos auxiliares de Temer é a de que a maioria dos ministros do Supremo considere que, nesta fase, não cabe ao tribunal sustar a denúncia. Antes, a Câmara precisa decidir se vai ou não autorizar a Suprema Corte a julgar se a denúncia de Janot merece o arquivo ou a abertura de uma ação penal.

A banda podre vai vencendo a guerra no Brasil - Por Josias de Souza.


A cerimônia de posse de Raquel Dodge ajuda a entender por que o Brasil é o mais antigo país do futuro do mundo. Havia delatados, investigados e denunciados em toda parte, inclusive na mesa reservada aos presidentes dos Poderes. Pelo Executivo, Michel Temer, que já coleciona duas denúncias criminais. Pelo Legislativo, Eunício Oliveira e Rodrigo Maia, cada um com dois inquéritos.

A esse ponto chegamos: dois dos três poderes são comandados por políticos que têm contas a acertar com a Justiça. Bastava a Raquel Dodge olhar ao seu redor para perceber o tamanho do desafio que tem pela frente. Os procurados faziam festa para a procuradora-geral. A normalidade institucional brasileira é mesmo perturbadora.

Quem assistiu ficou com a impressão de que a banda podre da política está vencendo a guerra. A quantidade absurda de escândalos indica que o Brasil não é mais um país onde pipocam casos de corrupção. Virou um país, em si, corrupto.

A nova procuradora-geral pregou a harmonia entre as instituições. Ótimo. Mas não se deve confundir as instituições com os investigados que as dirigem. A restauração da harmonia depende da punição de todos os que estão em desarmonia com a moralidade.

Pena que se aprende muito tarde, ou, nunca - Artur da Távola.

Amor não se implora, não se pede, não se espera... Amor se vive, ou não. Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade. Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz. As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros. Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.

Água é um santo remédio. Deus inventou o choro para o homem não explodir. Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso. Não existe comida ruim, existe comida mal temperada. A criatividade caminha junto com a falta de grana. Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar. Amigos de verdade nunca te abandonam. O carinho é a melhor arma contra o ódio.

As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida. Há poesia em toda a criação divina. Deus é o maior poeta de todos os tempos. A música é a sobremesa da vida. Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente. Filhos são presentes raros. De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações. Obrigado, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor. O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças...Não há vida decente sem amor! E é certo, quem ama, é muito amado.. E vive a vida mais alegremente...

Lula Achava Que Faria Mobilização Nacional Pelo Nordeste: Enganou-Se - Por Augusto Nunes.

O líder político baiano, ACM Neto, dizia que comício que não atrai ao menos dois carrinhos de pipoca é fracasso de público. 

Os palanques da excursão de Lula pelo Nordeste não atraíram mais que um carrinho de pipoqueiro. 

Jânio Quadros dizia que para reunir cinco mil pessoas só precisava bater lata no Viaduto do Chá por cinco minutos. 

Esse tem sido, 5 mil pessoas, o público médio da caravana de Lula. O petista achava que faria mobilização nacional.

O PT não se rende por tão pouco e agora comemora o número de títulos "doutor honoris causa" que ele recebeu.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

DANÇAR DE ROSTO COLADO - Postagem do Antônio Morais


Rosto colado é coisa que os jovens de hoje não conhecem como preliminares de um ato de sedução. Nesses bailes de antigamente (que palavra dolorosa!), os jovens rastreavam o salão em busca da garota ideal para iniciar um romance. Caso ela fosse localizada na mesa com os pais, nossas pernas tremiam. Uma cuba libre (rum, coca-cola, gelo e limão), talvez fosse o combustível para encorajar o ato de atravessar o salão e chegar na mesa com o convite, formalíssimo, "vamos dançar". O "sim" dela poderia significar que também queria dançar, pois os olhos já tinham se cruzado num momento do baile, mas poderia ser apenas o "sim" formal para não dar um "cano" no rapaz audacioso. Neste último caso, a regra que a jovem aprendeu em casa com a mãe casamenteira, era dançar no máximo três para não significar que havia outro interesse a não ser o da boa educação. No entanto, se "pintasse um clima" – ai, Jesus! – As danças se prolongariam por todo o baile e, na hora exata, os rostos se colavam e a sedução começava com uma conversa de ouvido. O ato de seduzir transformava-se numa enciclopédia romântica que valia até mentiras ingênuas e nos dias seguintes flores e serenatas.

Corta para 2010. Não há mais rosto colado, não há mais bailes, os conjuntos melódicos são apenas boas lembranças e os clubes estão fechando seus salões que tinham a sua boate para os jovens. O beijo roubado, quando as luzes diminuíam de intensidade, era, talvez, o único da noite. Hoje, as garotas ficam apostando quem beija mais garotos numa noite e vulgarizou-se o ato mais sublime de um início de conquista. O baile funk, mais que uma reunião dos jovens de hoje, é um convescote de traficantes em busca de novos babacas para o início de uma vida de vícios. Vale o mesmo para a festa reive e os incidentes estão aí na imprensa para que o colunista não passe por um "velho recalcado". A sedução transformou-se em agressão sexual, para ambos os lados. Sem crack, sem pó, sem baseado, não há sequer uma aproximação de pessoas de sexo diferente. Não se dança mais, os requebros e os pulos substituíram os passos cadenciados. O barulho do bate-estaca acabou com o diálogo. Sem diálogo não há sedução, mas pode haver estupro.

Fim de papo. Está bem, somos velhos quando falamos em "rosto colado". Mas ninguém pode roubar, de nossa memória, um tempo mágico onde o cavalheirismo de uma dança fazia-nos flutuar por salões com pessoas especiais. “E quem não dançou uma vez na vida de rosto colado não sabe o que perdeu".

Rogério Mendelsk .


Mississipi - Pussycat 

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Primeira mulher a chefiar a PGR, Raquel Dodge toma posse nesta segunda-feira - Por Guilherme Mazui e Renan Ramalho.


Nova procuradora-geral substitui Rodrigo Janot, que deixa o cargo após 4 anos. Denunciado por Janot e responsável pela indicação de Dodge, Temer participará da posse nesta segunda.

Primeira mulher a comandar a Procuradoria Geral da República, Raquel Dodge tomará posse nesta segunda-feira (18) em Brasília como nova responsável pela chefia do Ministério Público Federal.
A posse está marcada para as 8h, na sede da PGR em Brasília. A nova procuradora-geral comandará o MPF por dois anos. Ela substituirá no cargo Rodrigo Janot, que estava no cargo desde setembro de 2013.

De acordo com o cerimonial, caberá ao presidente Michel Temer dar posse à nova procuradora-geral da República. Para conciliar a solenidade com a agenda de Temer, que viajará ainda nesta segunda para os Estados Unidos, o horário da posse foi antecipado.

Após a cerimônia na PGR, Temer segue para Nova York, onde participará de um jantar oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na terça (19), Temer fará o discurso de abertura Assembleia Geral das Nações Unidas.

Além de Temer, outras autoridades são aguardas na posse de Raquel Dodge, entre as quais a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes.

Subprocuradora-geral, Raquel Dodge foi indicada para a PGR por Temer, em junho. Ela foi a segunda mais votada na eleição da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), ficando atrás de Nicolao Dino, candidato apoiado por Janot, o que pesou na decisão do Palácio do Planalto.

A troca de comando no MPF se dá menos de uma semana depois de Janot apresentar mais uma denúncia contra Temer ao STF. Na quinta-feira (14), às vésperas do fim do mandato, o procurador-geral denunciou o presidente pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa.

Se a acusação avançar no STF, mediante autorização da Câmara dos Deputados, o futuro do caso ficará sob responsabilidade de Raquel Dodge.

Ela assume a Procuradoria Geral com a missão de garantir a continuidade da Operação Lava Jato, que investigou mais de 100 políticos na gestão de Janot e denunciou caciques de partidos como PMDB, PT, PSDB e PP, entre outros.

domingo, 17 de setembro de 2017

Marun: ‘Vamos investigar quem nos investigou’ - Por Josias de Souza.

Na certidão de nascimento, a mais recente comissão parlamentar de inquérito criada no Congresso recebeu o nome de CPI da JBS. Foi instalada há cinco dias. Nem começou a trabalhar e já merece um apelido: CPI da Desforra a Jato.

Ao farejar o cheiro de queimado, dois senadores pediram para sair: Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e Otto Alencar (PSD-BA). “Estão saindo por medo”, atacou o relator da CPI, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), em entrevista ao Globo.

Ao justificar sua opinião, Marun arrancou, por assim dizer, o manto diáfano que encobre os reais objetivos da CPI: “Nós vamos investigar quem nos investigou. Vamos interrogar quem sempre nos interrogou. Esse é um paradigma que será quebrado.”

Ex-comandante da milícia parlamentar de Eduardo Cunha, Marun tornou-se o cabeça da infantaria congressual de Michel Temer. Ferraço e Alencar bateram em retirada logo que o personagem foi alçado ao posto de relator da CPI.

Marun atribui a debandada não à sua reputação, mas à covardia dos senadores, que estariam com “medo desse embate que nós vamos ter.” Medo de, “dali a pouco ter que se posicionar em relação a um procurador. E também, em alguns, pode acontecer a vontade de que a JBS não seja investigada.”

O relator soou enfático nos seus ataques aos que deixam a CPI. “Essa saída é pirotécnica e, para mim, fruto do medo. Não renuncio de jeito nenhum. Esta CPI é uma CPI para corajosos. Eu tenho meus defeitos, mas não sou uma pessoa desleal.”

Sem medo de exagerar na perda do recato, Marun insistiu: “Vejo, sinceramente, nesses que saem, falta de coragem para enfrentar uma situação dessa, de romper o paradigma, de investigar quem sempre nos investigou. Eu vejo aí o temor.”

No papel, o principal propósito da CPI é investigar os financiamentos do BNDES para a casa de carnes dos irmãos Joesley e Wesley Batista. É como se os parlamentares forçassem a maçaneta de uma porta já arrombada pela Operação Bullish. Nela, a PF e a Procuradoria da República já cercaram os negócios da JBS com o banco.

Perguntou-se a Marun se o acordo de delação da JBS, revogado na semana passada, seria o alvo principal da CPI. E ele, sem titubeios: “Isso é o que provocou a CPI, para dizer a verdade —as circunstâncias controversas desse acordo.”

Recém-incorporado ao grupo dos políticos que têm acesso às cozinhas do Planalto e do Jaburu, Marun defende Michel Temer atacando Rodrigo Janot, o procurador-geral que deixa o cargo depois de protocolar no Supremo Tribunal Federal a segunda denúncia contra o presidente —dessa vez por formação de organização criminosa e obstrução da Justiça.

“Não é que ele [Janot] seja um bandido, mas um vilão do crescimento do Brasil acho que ele é. O doutor Janot é hoje a pessoa que mais atrapalha o Brasil. Vilão do PMDB, não. O PMDB tem pessoas que têm contas a acertar. Que acertem.”

O problema é que as pessoas do PMDB que têm contas a ajustar dispõem do escudo do foro privilegiado. Uma delas é o presidente da República. No caso de Temer, as contas só seriam cobradas se a Câmara concedesse autorização ao Supremo Tribunal Federal para investigar o inquilino do Planalto.

Entretanto, Temer foge da investigação como vampiro da luz do Sol. E a tropa liderada por Marun transforma o plenário da Câmara em cemitério para a desova de denúncias contra o presidente. É em meio a esse ambiente que a CPI da Desforra a Jato chega para “investigar quem nos investigou.”

Noutos tempos, os parlamentares ainda tentavam disfarçar suas manobras. Hoje, fazem barulho em CPIs como se quisessem acordar Darwin no túmulo, para mostrar que sua teoria evolucionária estava correta. No Congresso brasileiro já é possível inclusive observar pessoas que trabalham pela involução do ser humano.

Em meio ao caos político, econômico e social, Estado de Minas Gerais dá apoio à restauração da monarquia

O Estado de Minas Gerais se tornou, no dia 10 de agosto último, o primeiro a dar seu apoio oficial, por meio de sua Assembleia Legislativa, à realização de um referendo pela restauração da Monarquia Constitucional no Brasil, conforme proposto pela Sugestão Legislativa nº 18 de 2017, atualmente tramitando na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal.

A iniciativa partiu do Deputado Carlos Pimenta, Presidente da Comissão de Saúde da ALMG, que, em fins do mês de julho, enviou ao Presidente da Casa, Deputado Adalclever Lopes, um requerimento para que a ALMG passasse uma moção de apoio à Sugestão Legislativa, aprovada em plenário no dia 5 de agosto. O Presidente da ALMG, então, enviou o Ofício nº 1553/2017 ao Presidente do Senado, Eunício de Oliveira, à Presidente da CDH, Senadora Regina Sousa, e ao Senador Sérgio Petecão, que fora nomeado relator da Sugestão Legislativa, mas que, desde então, já abriu mão da relatoria, estando a Sugestão no aguardo de um novo relator.

A Sugestão Legislativa, iniciada por um brasileiro patriota e monarquista, já conta com mais de 30 mil apoios espontâneos no site do Senado. Mas é preciso que os monarquistas continuem votando SIM, e que peçam aos seus familiares, amigos e colegas para que façam o mesmo, difundindo o ideal monárquico entre os brasileiros de norte a sul do nosso País. Também é imprescindível que os signatários entrem em contato com os Senadores representantes de seus estados, assim como os Deputados Federais e partidos, fazendo pressão na Comissão que analisará o pedido. E, agora, cabe a nós, monarquistas, a tarefa de entrar em contato com nossos Deputados Estaduais e cobrar que as Assembleias Legislativas dos nossos estados sigam o exemplo patriótico do povo mineiro.


O sucesso da nossa caminhada, que culminará na restauração do regime monárquico em nosso País, depende do trabalho incansável e livre de interesses particulares de cada monarquista. A Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil, em nome da Família Imperial Brasileira, agradece o apoio que já foi dado e continua contando com a ajuda de todos para restaurar o nosso Brasil, uma Nação mais próspera e justa para todos os brasileiros.

Para votar Vote SIM na Sugestão Legislativa número de 18 de 2017 entre no link abaixo:
http://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria…

Confira também toda a documentação relacionada ao apoio do Estado de Minas Gerais à Causa Monárquica.


Postagem original: facebook PRO MONARQUIA

Quando os exemplos nobres se repetem - Por Antônio Morais.


Professor Pedro Felício.

Há 30 anos, eu estava na gerência do Bicbanco agência Crato e. o Senhor Pedro Felício entrou e pegou a fila para efetuar um pagamento qualquer.

Eu que era seu amigo, que conhecia sua índole e caráter não o importunei. Outro gerente se levantou de sua mesa, foi até seu Pedro, o cumprimentou e convidou  a ir sentar-se a sua mesa e receber um tratamento  diferenciado.  Pedro Felício  de forma  elegante e educada não aceitou e continuou na fila.


Dr. André Barreto.

Ontem, 16/09/2017,  eu estava no conhecido "Posto da Grota" em Crato, fui tomar uma vacina, o gato me mordeu sem dó. Vi se repeti aquela cena de 30 anos atrás. 

O Dr. André Barreto, vice-prefeito e Secretario de Saúde do município, chegou ao local com uma criança de aproximadamente 07 anos, cumprimentou os pais e mães que estavam na fila, saudou os servidores e se postou no ultimo lugar da fila com a criança.

Estou fazendo este registro porque os nobres gestos, os grandes exemplos devem ser seguidos e reconhecidos.

Sob Dodge, Joesley deve ter saudades de Janot - Por Josias de Souza.

Ouvido em audiência judicial nesta sexta-feira, Joesley Batista queixou-se de Rodrigo Janot. O detento da JBS não tem noção do que está por vir. Se o problema fosse o arqueiro, tudo se resolveria na segunda-feira, com a troca de guarda que ocorrerá na Procuradoria-Geral da República. As flechas passarão às mãos de Raqual Dodge. Quando a doutora começar a usá-las, Joesley talvez sinta saudades de Janot.

O ex-mecenas da política nacional reclamou da revogação do acordo de colaboração judicial da JBS. Considerou “um ato de covardia” o cancelamento da imunidade penal. “Depois de tudo que fizemos, das provas que entregamos…!” Sob Dodge, a premiação inédita nem teria existido. Entregando a mercadoria, os delatores teriam uma redução do castigo, jamais a extinção.

''Fui mexer com os donos do poder e estou aqui agora”, resmungou Joesley. “Estou pagando por isso.'' A pose de empresário bonzinho achacado por políticos malvados não orna com o prontuário do personagem. Joesley e Cia. abriram o bico porque foram cercados por seis investigações criminais. Sabiam que a Polícia Federal estava a caminho. Tinham o que entregar. Mas o áudio-pastelão que registrou a “conversa de bêbado” revelou que os delatores foram seletivos, não contaram tudo.

Para azar dos irmãos Batista, a revogação do acordo converteu-os em matéria-prima para Raquel Dodge e sua equipe. Os encrencados serão apresentados a uma expressão cara à substituta de Janot: “Reparação do dano.” Nada a ver com o conhecido acordo de leniência. Sob nova direção, a Procuradoria deve buscar no patrimônio dos mecenas as verbas desviadas do erário. Se funcionar, logo, logo haverá uma nova categoria na praça: os sem-jatinho. Ou sem-iate.

sábado, 16 de setembro de 2017

Lama no ventilador - Bolg do Ricardo Noblat - Por Ruy Fabiano.



A delação premiadíssima dos irmãos Batista, com toda a carga de suspeitas que levantou, teve ao menos um efeito colateral positivo: obrigou o procurador-geral Rodrigo Janot a desengavetar denúncias que lá estavam há quase dois anos.

As denúncias contra os quadrilhões do PT e do PMDB misturam fatos antigos com outros recentes. Foi o meio que Janot encontrou de enquadrar o presidente da República, Michel Temer, que a lei exime de prestar contas de atos alheios e anteriores a seu mandato.

Mas a pressa, ainda que necessária, que Janot exibiu em relação a Temer, não a teve em relação a Lula, Dilma et caterva.

O caso Aluízio Mercadante, por exemplo, que tentou comprar o silêncio do ex-senador Delcídio do Amaral, que preparava delação premiada (a seguir feita), veio a público em março de 2016. Só agora Janot a encaminhou ao STF. Por quê?

Mercadante, que cometeu o mesmo delito que levou Delcídio à prisão sumária e à perda do mandato, não foi incomodado e exerceu seu cargo de ministro da Educação até a saída de Dilma.

Janot, a rigor, não incomodou nenhum dos governos do PT, pelos quais foi nomeado e renomeado.

Chegou a ser visto como um procurador do PT. Não explicou, até agora, por que incinerou a delação do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, que tratava em minúcias de Lula e de um ministro do STF, Antonio Dias Toffoli. Sua atuação, até os 44 minutos do segundo tempo, esteve longe de mostrar isenção.

Ao sair, porém, em meio às trapalhadas (eufemismo de coisa bem mais séria) da delação dos irmãos Batista – e do comportamento que agora criminaliza de seu braço direito na PGR, Marcelo Miller -, decidiu jogar lama no ventilador.

E haja lama. O contribuinte, lesado por tudo quanto veio à tona, agradece. O problema é que a extensão do que remeteu ao STF faz prever encaminhamento lento e problemático. Por serem amplas demais, e documentadas de menos, as denúncias perdem clareza e objetividade. A defesa dos acusados agradece.

Janot viverá dias difíceis. Arranjou inimigos poderosos em todos os partidos. Mas o modo como o fez, de última hora e sem transparência em suas motivações, não o tornou um herói popular. Muito pelo contrário, o colocou sob suspeição.
 
Não terá, pois, a contrapartida que tem um Sérgio Moro, de compensar a ira dos poderosos com o apoio entusiástico da opinião pública. Inversamente, terá muito o que explicar, para fora e para dentro da PGR. Seu entorno na instituição está todo citado nos áudios de Joesley Batista e Ricardo Saud.

Ele, que inicialmente defendeu a probidade de Marcelo Miller, terminou por pedir-lhe a prisão. Tal como Lula, alegou que não sabia de nada, embora, por força do cargo que ocupava, devesse sabê-lo.

É a teoria do domínio do fato, que a PGR sustentou, com êxito, no Mensalão contra José Dirceu, levando-o à condenação.

O fato concreto é que, se o país já estava quase órfão de referências institucionais, agora ficou sem nenhuma. Os três Poderes estão, para dizer o mínimo, chamuscados com o que se extraiu das fitas de Joesley e Saud. E há mais, muito mais por vir, em áudios ainda não decodificados, em posse do STF.

Disso resultam urgências políticas, decorrentes da anomalia de um presidente da República, acusado de comandar uma quadrilha, continuar no cargo, em contraste com o rito judicial, lento, complexo e pouco confiável, incumbido de selar-lhe o destino.

O PT, que está em situação bem pior, já que sua quadrilha ficou com a parte do leão na rapina ao Estado, não hesita em insistir no “Fora, Temer!”. Pretende levá-lo com mais força às ruas, acreditando que até os antipetistas serão sensíveis ao apelo.

O certo é que a semana termina com extensa lista de ações da Justiça: O depoimento desastroso de Lula a Sérgio Moro; o agravamento da pena de José Dirceu e João Vaccari, no TRF 4 (para 40 anos), pendente ainda do voto de minerva; a rejeição unânime pelo STF da tentativa de Temer de colocar Janot sob suspeição; a prisão de Wesley Batista; a prisão do ex-governador Garotinho; a evidência de que Marcelo Miller era agente duplo (participava, inclusive, de um grupo no WhatsApp com o pessoal da JBS para tratar da delação junto à PGR). E a busca e apreensão no apartamento funcional do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, acusado também de corrupção.

Diante de tal cenário, é absolutamente inviável especular sobre as eleições de 2018. Falta um ano – e até lá não se sabe quais serão os atores dessa peça de horrores a que o país assiste. Não se sabe sequer que partidos haverá - ou mesmo se haverá eleições.

Reação de Lula a Palocci desagrada até amigos - Por Josias de Souza.

Até amigos de Lula avaliaram que ele errou ao desqualificar tão drasticamente Antonio Palocci no depoimento que prestou a Sergio Moro. No PT, ninguém ignora que Palocci sempre foi um suavizador das necessidades monetárias de Lula. Fora do PT, todos sabem que Palocci era um fiel escudeiro de Lula. Por isso, petistas chegados ao ex-presidente ficaram com a impressão de que, ao pintar Palocci como um mentiroso frio e calculista, Lula condenou-se ao descrédito. De fato, nunca um inocente pareceu tão culpado —ou nunca um culpado pareceu tão inocente.

Petistas que privam da intimidade de Lula acham que, em vez de desqualificar Palocci, o pajé do PT deveria ter recoberto seu ex-ministro de elogios. Na sequência, Lula associaria o desejo de Palocci de se tornar um delator à prisão longeva e a uma hipotética pressão psicológica da equipe da Lava Jato. O efeito seria o mesmo. Com a vantagem de que Lula não precisaria ter cutucado Palocci com o pé, arriscando-se a ser mordido com mais força pelo delator-companheiro.

Apesar do discurso externo, situado em algum lugar entre a vitimização e o triunfalismo, o PT rumina internamente a impressão de que Palocci ficou ainda mais à vontade para contar o que sabe aos investigadores. E ele sabe demais. Já havia declarado diante do juiz da Lava Jato que Lula fizera um “pacto de sangue” com a Odebrecht, que rendeu um pacote de propinas de R$ 300 milhões.

Descobre-se agora, que Palocci já informou em sua proposta de delação que entregou dinheiro vivo a Lula em pelo menos cinco ocasiões. Foram pacotes de R$ 30 mil, R$ 40 mil ou R$ 50 mil. Formalmente, Lula nega. Informalmente, começa a admitir, longe dos refletores, que pode ter subestimado o teor radioativo de uma delação de Palocci. O resultado prático é que a candidatura presidencial de Lula vai migrando rapidamente da condição de “provável” para a de “inviável”.

A Fortaleza de Santa Cruz da Barra – por Armando Lopes Rafael

   Encerro, com esta postagem, a série de articuletos sobre construções históricas por mim visitadas na primeira semana de setembro no circuito Rio de Janeiro–Niterói–Petrópolis. Hoje falarei sobre a Fortaleza de Santa Cruz da Barra localiza-se no lado oriental da barra da baía de Guanabara, no bairro de Jurujuba, em Niterói. Trata-se do segundo ponto turístico mais visitado daquela cidade.

   Segundo a Fundação Cultural do Exército Brasileiro, quem começou a construir essa fortaleza foram os corsários franceses que se apossaram da baía da Guanabara. Em 1555, Nicolas Durand de Villegagnon cruzou a baía de Guanabara, acompanhado de cerca de 600 homens, e improvisou uma fortificação à entrada da baía, para dar suporte à implantação da França Antártica. 

       Dois anos depois veio a resposta dos portugueses. A fortificação – 7.153m2 de área construída - foi tomada por Mem de Sá que iniciou as obras de ampliação da fortaleza, rebatizada com o nome de Nossa Senhora da Guia.  Trata-se da maior obra naval do Brasil, quiçá do continente americano. Em 1599 a fortaleza foi estratégica para impedir a invasão do Rio de Janeiro pelo corsário holandês Oliver Van Noort. Em 1632, após melhorias passa a chamar-se Fortaleza de Santa Cruz da Barra.

Hoje, a cargo do Exército, essa fortaleza continua funcionando normalmente e é aberta à visitação pública. A Fortaleza de Santa Cruz e todo o conjunto de edificações situadas após o portão contíguo ao canal encontram-se tombadas pelo Patrimônio Histórico Nacional desde 1939.

Gilmar Mendes sabe que é um monstro - Por Maicon Tenfen - Veja.

Malabarismos jurídicos e declarações inconsequentes fazem com que o ministro do STF seja o pior dos nossos pesadelos. O rosto paranormal de Gilmar Mendes não mete medo, mas suas sentenças são monstruosas. Gilmar Mendes é o inimigo público número um do Brasil.

Vejam que a façanha não é miúda. Ser o pior entre os piores é tão difícil quanto ser o melhor entre os melhores. O “bojudo fradalhão de larga venta” – para citar o mesmo Bocage que o Ministro aprecia – consegue deixar uma capital cheia de sátrapas na lanterninha a cada vez que bate o martelo para melar a Lava-Jato, ou seja, todo o santo dia.

O ethos de um país não pode ser a luta contra a corrupção – disse Gilmar ao The Wall Street Journal.

Aliadas aos malabarismos jurídicos, essas declarações deixam claro que Gilmar Mendes conhece o seu papel no conto: é o monstro, o bicho-papão, o gigante Piaimã, o Grendel faminto de carne humana, o Balrog com o chicote flamejante, a entidade maligna que devora as esperanças e vomita a injúria sobre quem estiver no caminho.

O vilão é aquele que conhece bem a própria identidade e por isso não titubeia em agir a favor dos próprios desejos, ao contrário do herói, cheio de indecisão, que precisa encarar uma longa jornada até descobrir quem de fato é – eis a conclusão do antropólogo americano Joseph Campbell em seu livro O Herói de Mil Faces.

Não é o rosto paranormal de Gilmar Mendes que mete medo, mas as certezas – e sentenças – injustificadas que vive distribuindo a torto e a direito. A boa notícia é que os monstros sempre morrem no final. O bicho-papão perecerá, Piaimã será afogado num panelão de macarronada, Grendel encontrará a flecha certeira de Beowulf e Balrog cairá da ponte que se esfacela sob os seus pés.

Enquanto isso não acontece – já que vivemos numa realidade ainda mais fictícia que a das histórias de monstros – limito-me a transcrever o restante do soneto citado acima, também fora de contexto, como Gilmar Mendes fez na despedida de Janot.

Pensando bem, até que o poema não é tão descontextualizado assim. Fala de um padre lascivo dado a declarações asnáticas que gosta de apontar nos outros os pecados que comete. Troquemos “padre” por “juiz” e “gritar contra as modas” por “dar sentenças espúrias” que estará pronta a interpretação.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Uma questão de qualidade - Por Antônio Morais.


O valor humano ou material das pessoas ou objetos depende de sua duração. O PT elegeu Lula e vários senadores em sua vitoriosa campanha depois do fracasso monumental do governo Fernando Henrique Cardoso. 

Dentre eles muitas senhoras senadoras. Onde andam Marina Silva - AC, Heloísa Helena - AL, Fátima Cleide - RO, Sheres Shesharenco - MS, Ana Júlia Garepa - PA, Emília Fernandes - RGS e Marta Suplicy SP? A Marta está tentando salvar-se no PMDB.  

A partir de 2018 estaremos perguntando onde andam Vanessa Grasiotin -AM, a Gleyci - PR, Regina de Sousa - PI e Katia Abreu - TO, Fátima Bezerra RGN  tem mandato até 2022. Também não se terá noticias de Lindbeg Farias - RJ, Humberto Costa - PE, José Pimentel - CE, como já não se sabe hoje que fim teve o Inácio Arruda.

De todos o que vai ter maior duração é o Pajé Lula da Silva, porque se vendeu a todo tipo de proposta e todos, inclusive, a justiça tem o rabo preso a ele. 

Mas, não se enganem : terá um fim desolador porque com suas mentiras fez mais mal ao povo do que o bem.

Em VEJA desta semana: Palocci admite ter entregue dinheiro vivo a Lula

Ex-ministro entregou pessoalmente ao ex-presidente pacotes de 30 000 reais, 40 000 reais e 50 000 reais
Por Robson Bonin
Segredos - O ex-ministro Antonio Palocci já redigiu mais de quarenta anexos com suas revelações (Wilson Pedrosa/Estadão Conteúdo)

Na proposta de delação que negocia com os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato, o ex-ministro Antonio Palocci revela em detalhes como se dava a entrega de propina em dinheiro vivo ao ex-presidente Lula. Segundo o ex-ministro, ele próprio era encarregado de fazer pequenas entregas de propina pessoalmente a Lula.

O ex-presidente recebia das mãos de Palocci pacotes de 30.000 reais, 40.000 reais e 50.000 reais. O ex-ministro narra pelo menos cinco episódios em que entregou dinheiro sujo diretamente a Lula. Segundo Palocci, os pacotes de propina eram usados por Lula para bancar despesas particulares.O ex-ministro também detalha entregas de dinheiro sujo em quantias maiores. Segundo Palocci, quando o pedido de Lula envolvia cifras mais elevadas, o encarregado de fazer o transporte dos recursos era o sociólogo Branislav Kontic. Espécie de “faz-tudo” do ex-ministro, Branislav levava as remessas de dinheiro ao Instituto Lula, em São Paulo.

Tanto as pequenas entregas de Palocci a Lula quanto as grandes remessas transportadas por Branislav eram descontadas da contra-propina que Lula mantinha com a Odebrecht.