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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sábado, 17 de julho de 2010

Frase do dia.

“Deixem ele chorar! Quando mãe morreu eu chorei foi muito”.

Borginho.

Historia.

Na década de 70 do século passado, houve um ano muito chuvoso. Depois de uma chuva torrencial a torre da Igreja Matriz de São Raimundo Nonato ruiu, veio a baixo. Milagrosamente ficou apenas a parte do lado onde estava o nosso padroeiro, fato que fez os soldados do corpo de bombeiros se deslocarem de Fortaleza para Várzea-Alegre com a finalidade de resgatar São Raimundo. No momento de muita aflição para os devotos, o Padre Mota chorava copiosamente enquanto amigos e amigas tentavam acalma-lo, com conselhos e oferecendo chá etc. Observando a cena Boginho, de saudosa memória, disse a frase do dia. “Deixem ele chorar, quando mãe morreu eu chorei foi muito”.

Um comentário:

  1. Borginho fez a alegria de muita gente. Era divertido e brincalhão. Uma pessoa querida por muitos e deixou muita saudade e muitas historias.

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