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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


terça-feira, 12 de julho de 2016

Uma mulher assumirá o cargo de Primeiro-Ministro na Inglaterra – por Armando Lopes Rafael

Primeira coisa que me agradou: no Reino Unido não inventarão o nome de “Primeira Ministra”. Lá o vernáculo é levado a serio. Theresa May será “Primeiro Ministro” e ponto final. Theresa May vem de uma família de classe média-baixa. Filha de um pastor anglicano, nasceu em Sussex (sul da Inglaterra) e foi criada em Oxfordshire, no sudeste do país. Suas duas avós trabalharam como domésticas. Após frequentar escolas públicas, estudou Geografia na universidade, onde conheceu seu marido Philip, com quem é casada até hoje. Antes de iniciar sua vida política, trabalhou no Banco da Inglaterra.
Eleita ao Parlamento pela primeira vez em 1997, a futura premiê foi primeira mulher a assumir a presidência do Partido Conservador, em 2002. Hoje, prestes a completar 60 anos, é uma das pessoas que permaneceu por mais tempo à frente do Ministério do Interior - ocupa o posto desde 2010.
Theresa May foi clara sobre a saída do Reino Unido da “União Europeia”ao afirmar: "Brexit significa Brexit. A campanha foi travada, a votação foi realizada, a participação foi alta e o público deu o seu veredito. Não deve haver tentativas para permanecer dentro da UE, nem tentativas de reintegrá-la pela porta dos fundos ou um segundo plebiscito."
No mais, o  fato de o Reino Unido ter abandonado a “União Europeia” não reside meramente em questões econômicas, como a mídia esquerdista tem alardeado em sua visão superficial dos acontecimentos. Outros fatores mais profundos — como o verdadeiro perigo da “invasão islâmica” na Inglaterra; do desvanecimento de sua gloriosa História; do desbotamento de seu rico passado; de suas belas tradições; de suas “pompas e circunstâncias” etc. — pesaram mais profundamente na resolução da maioria dos britânicos em “pular fora” do barco furado da União Europeia, conduzido (ditatorialmente) pelos arrogantes burocratas de Bruxelas.




2 comentários:

  1. Na monarquia encontramos Elisabeth, Margareth e agora Thereza. Na republica Ideli, Gleyci, Vanessa e de contra peso Dilma Roussef.

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  2. Morais:
    Não esqueça a "Mãe de Santo" senadora Fátima Bezerra (PT-RN). É outra fanática-troglodita...
    Parabéns à população do Reino Unido que nas urnas definiu: TCHAU QUERIDA!!!!

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